O jornalista e influenciador israelense Hananya Naftali afirmou que cristãos e judeus possuem uma ligação histórica e espiritual que deve ser fortalecida, especialmente diante do crescimento do antissemitismo e das ameaças terroristas no mundo. Em entrevista ao Guiame, em Israel, ele destacou a importância da cooperação entre as duas comunidades de fé.
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Naftali relatou preocupação com o aumento do discurso de ódio contra os judeus em diversos países. Segundo ele, esse cenário o motivou a intensificar seu trabalho de defesa de Israel nas redes sociais e na mídia internacional.
“O ódio não vai me silenciar. Tenho orgulho de ser judeu e israelense, e não permitirei que ameaças determinem minha vida”, declarou.
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O jornalista também rejeitou acusações frequentemente direcionadas ao Estado de Israel e afirmou que o povo judeu não deve sentir vergonha de sua identidade ou de sua história.
Para Hananya, aqueles que promovem o antissemitismo e celebram atos de violência, como o ataque terrorista de 7 de outubro, são os que deveriam ser responsabilizados por espalhar o ódio.
‘Forças do Mal’
Ao comentar sobre o terrorismo, ele afirmou que grupos extremistas não representam ameaça apenas aos judeus, mas também aos cristãos e a outras comunidades. Por isso, defendeu uma resposta conjunta contra aquilo que classificou como forças do mal.
“Precisamos nos unir contra o terrorismo e não tolerar a violência que destrói vidas e ameaça a liberdade das pessoas”, afirmou.
Lado de Israel
Naftali também incentivou os cristãos a permanecerem ao lado de Israel em tempos de crise. Segundo ele, os períodos mais difíceis revelam quem realmente mantém seus princípios e sua fé.
“Temos uma relação especial. Judeus e cristãos precisam fortalecer essa ponte de amizade e cooperação”, destacou.
Durante a entrevista, o influenciador ressaltou ainda que Israel oferece liberdade religiosa e proteção legal aos cristãos, algo que, segundo ele, não ocorre em muitos países do Oriente Médio.
Hananya observou que a população cristã continua crescendo em Israel, enquanto em diversas nações da região os seguidores de Jesus enfrentam perseguição, discriminação e violência.
Ao concluir, ele defendeu que Israel seja reconhecido por seus valores democráticos e pela convivência entre diferentes grupos religiosos, além de reforçar a importância da união entre cristãos e judeus diante dos desafios atuais.



