Quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Economia

Processamento de gás natural no Pré-sal da Petrobras bate recorde

Processamento de gás natural no Pré-sal da Petrobras bate recorde

Processamento recorde de gás natural nas unidades controladas pela Petrobras em Caraguatatuba e Cabiúnas

No mês de setembro deste ano, as unidades de processamento de gás natural em Caraguatatuba (UTGCA) e Cabiúnas (UTGCAB), controladas pela Petrobras, registraram um processamento diário de 28,96 milhões de metros cúbicos de gás. Esse resultado superou o recorde anterior do pré-sal da Bacia de Santos, que era de 27,27 milhões de metros cúbicos por dia em março de 2022.

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Desempenho destacado na unidade UTGCA

A unidade UTGCA teve um desempenho notável, com um volume médio de processamento diário de 9,8 milhões de metros cúbicos. Esse resultado foi alcançado graças à utilização recorde do duto que conecta os campos do pré-sal à plataforma de Mexilhão. O volume processado se aproximou da capacidade máxima do duto de escoamento entre a região do pré-sal e a Rota 1.

De acordo com a Petrobras, 77% do gás natural recebido nessas unidades tem origem no pré-sal. A UTGCA e a UTGCAB recebem produtos dos campos de produção em mar, pré-sal e pós-sal, por meio de rotas de escoamento, ou seja, tubulações que interligam os campos de produção em mar até as unidades em terra.

Recorde na produção operada de óleo e gás

No terceiro trimestre de 2023, a Petrobras também alcançou um recorde na produção operada de óleo e gás, totalizando 3,98 milhões de barris de óleo equivalente (boe) nas plataformas operadas pela companhia. Esse número representa um aumento de 7,8% em relação ao segundo trimestre. A medida de óleo equivalente permite somar em um mesmo montante o petróleo e o gás natural.

No mês de setembro, a Petrobras registrou outro recorde na produção operada, alcançando 4,1 milhões de barris de óleo equivalente (boe), o que representa um aumento de 6,8% em relação ao mês anterior. Dentre esse montante, 3,43 milhões de barris foram provenientes apenas do pré-sal.

Esse resultado foi impulsionado pelo crescimento da produção em duas plataformas na Bacia de Santos: a Almirante Barroso, que opera no campo de Búzios, e a P-71, que está no campo de Itapu. As unidades Anna Nery e Anita Garibaldi, nos campos de Marlim e Voador, na Bacia de Campos, também tiveram um desempenho destacado na produção.



*Com informações da Agência Brasil

Redação

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