O Memorial da Imigração Judaica em São Paulo serviu de cenário para um encontro emocionante e necessário. Conduzido por lideranças como Liane Zaidler (CONIB), o evento reuniu jornalistas, pastores e diretores de instituições como StandWithUs e o Museu do Holocausto de Curitiba, todos unidos por um propósito: preservar a memória para que o horror não se repita.
A Dor que se torna Relato
O encontro foi marcado por testemunhos vivos. Os sobreviventes Hannah Charlier e Gabriel Waldman emocionaram os presentes, assim como Sergio Napchan, que recordou a história de seu avô, o único de sua família a sobreviver à barbárie nazista.
A recepção de Sarita Sarue (Memorial do Holocausto) sintetizou o espírito do evento: olhos marejados de gratidão pelo apoio e pelo reconhecimento da história judaica.
O Desconhecimento Brasileiro
Durante o evento, Hana Nusbaum apresentou a pesquisa “Conhecimento sobre o Holocausto no Brasil”, revelando lacunas graves na educação histórica:
- 38,5% identificaram Auschwitz-Birkenau corretamente.
- Mais de 50% dos entrevistados não souberam responder sobre o tema.
O Papel da Igreja e a Identidade de Jesus
Segundo o guiame, o autor Silas Anastácio traz uma reflexão vital para os cristãos brasileiros. Enquanto a comunidade judaica no Brasil soma cerca de 120 mil pessoas, os evangélicos chegam a 47 milhões. Esse contraste numérico ressalta a responsabilidade da Igreja em combater o antissemitismo, especialmente após os ataques de 7 de outubro.
O texto lembra que a fé cristã está profundamente enraizada no judaísmo:




