O que deveria ser apenas mais um trajeto comum transformou-se em um divisor de águas na vida de uma taxista praticante do ocultismo. A mulher, que mantinha o painel de seu veículo repleto de ídolos e objetos espirituais, decidiu entregar sua vida a Jesus Cristo após ser evangelizada pelo missionário de rua David Loh.
Uma Perda Dolorosa
Ao entrar no táxi, Loh notou a forte presença de símbolos ocultistas e a capacidade da motorista em se comunicar com espíritos. Movido por uma direção que atribui ao Espírito Santo, o evangelista fez uma pergunta que mudou o rumo da conversa: ele questionou se ela havia perdido uma jovem muito próxima.
Impactada, a taxista confirmou que havia perdido a filha e, surpresa, indagou se o passageiro era capaz de prever o futuro.
“Eu não tenho poder, mas conheço o Espírito que fala comigo. O nome Dele é Espírito Santo e Ele é mais poderoso que qualquer outro”, respondeu David, iniciando a explicação sobre o Evangelho.
O Amor que Vai ao Encontro
Durante o percurso, Loh explicou a diferença entre as práticas da mulher e a fé cristã. Ele destacou que, enquanto os ídolos exigem que a pessoa os busque e os compre, o Deus verdadeiro tomou a iniciativa de ir até ela naquele carro.
Pontos principais da mensagem:
- A Trindade: Explicação sobre Deus como Pai, Filho e Espírito Santo.
- Relacionamento vs. Rituais: A fé em Cristo não depende de objetos, mas de um encontro pessoal.
- Proteção Divina: A motorista revelou que, na noite anterior, havia sobrevivido a uma tentativa de esfaqueamento, o que reforçou a sensação de cuidado divino.
Rendição na Corrida
A emoção tomou conta da motorista de tal forma que ela precisou estacionar o carro para chorar e receber oração. Naquele momento, ela renunciou às antigas práticas e aceitou a Jesus.
Segundo o guiame, David Loh, que compartilha suas experiências nas redes sociais, aproveitou o testemunho para encorajar outros cristãos a estarem atentos à voz de Deus no cotidiano. Segundo ele, muitas pessoas que buscam o espiritismo ou a “Nova Era” são indivíduos feridos tentando resolver suas dores sozinhos.
“Não precisamos resolver as coisas por conta própria”, afirmou Loh. “Existem mãos perfuradas por pregos prontas para nos acolher e curar.”




