Quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Igreja Perseguida

Dois evangelistas detidos são acusados de blasfêmia no leste da Uganda

Evangelistas detidos injustamente enfrentam acusações de blasfêmia em Uganda, provocando preocupações e mobilização da igreja local.

Evangelistas detidos injustamente enfrentam acusações de blasfêmia em Uganda, provocando preocupações e mobilização da igreja local. Foto: Ilustração/Facebook/Portas Abertas

Dois evangelistas detidos no leste de Uganda passam o Natal na prisão após acusações falsas de blasfêmia. Segundo o guiame, Joseph Omadi e Isaac Napakol foram presos em 21 de novembro durante uma campanha evangelística de três dias em Soroti.

Pastor Robert Omodingi relatou que, durante a pregação na rua, uma multidão muçulmana os atacou. A polícia os prendeu, acusando-os de "ferir os sentimentos religiosos". O tribunal local ordenou a detenção enquanto aguardam julgamento.

Os evangelistas, supostamente, incomodaram muçulmanos por usarem o Alcorão em sua ministração. O líder distrital muçulmano solicitou que parassem, alegando que o uso era inaceitável na fé islâmica.

Em audiência recente, Joseph mostrou sinais de lesões e perda de peso, levantando preocupações sobre possível tortura. O tribunal remarcou a audiência para janeiro.

A igreja local mobilizou orações e jejuns pelos evangelistas, expressando preocupação com a deterioração física deles. A lei de blasfêmia de Uganda foi criticada por violar a liberdade de expressão e ser imprecisa.

O presidente das igrejas em Soroti pediu justiça, observando a imparcialidade da igreja em casos semelhantes e apelando para um tratamento justo no tribunal.

Redação

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