O culto celebrando os 70 anos de fundação da Portas Abertas, aconteceu na Comunidade da Graça, em São Paulo–SP (igreja parceira que cedeu o espaço para a realização do culto).
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Entre outras atividades, os convidados participaram de estandes interativos, com notas de orações no mapa da Lista Mundial da Perseguição 2025, na árvore de oração e justiça, e assinando a petição da campanha Desperta África.
Para Marco Cruz, secretário-geral da Portas Abertas, A perseguição nunca foi tão radical. A perseguição nunca alcançou tantas pessoas, nunca foi tão violenta, mas as portas do inferno não prevalecerão contra a igreja”. Ele destacou que é devido às orações, doações e apoio dos parceiros que a Portas Abertas continua há tanto tempo servindo os cristãos perseguidos.
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O evento contou ainda com o louvor de Paola Carla e Coral Ibab, e do pastor Adhemar de Campos, que também ministrou a ceia.
Participação do cristão perseguido
A ministração da Palavra ficou ao cargo do pastor Fred Williams, que reside atualmente em Londres, mas mantém uma forte ligação com sua terra natal, a Nigéria, para onde viaja frequentemente. Ele apoia cristãos perseguidos por meio de projetos que promovem a justiça e a paz por meio da arte.
Nesse sentido, ele compartilhou no culto de celebração, com a meditação bíblica em Atos 1.8 e testemunhos da perseguição violenta que ele vivenciou enquanto esteve na Nigéria e da esperança inabalável e transformação extraordinária pelo perdão que viveram. “Muitos perguntam se eu tenho traumas. Não é possível ver as cabeças de crianças abertas, homens eviscerados, pessoas jogadas em suas casas em chamas e não ficar traumatizado. Mas essa não é a principal questão. A pergunta verdadeira é: no meio do trauma há esperança? No meio da escuridão há luz?”
Assista à celebração completa no link.



