Quase metade dos cristãos praticantes nos Estados Unidos afirma que estaria disposta a usar inteligência artificial como apoio para seu crescimento espiritual, segundo uma pesquisa do Barna Group. O levantamento, realizado com adultos americanos e pastores protestantes, mostra que os cristãos praticantes utilizam ferramentas de IA com mais frequência do que a média da população em atividades pessoais e profissionais.
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Apesar da abertura para usar a tecnologia em questões relacionadas à fé, a inteligência artificial ainda é mais utilizada pelos cristãos para tarefas práticas, como aprendizado, busca por informações, conselhos do dia a dia e aprimoramento de textos. O uso da IA para interpretação bíblica ou orientação espiritual direta aparece com menor frequência entre os entrevistados.
Segundo o Christian Post, os dados também revelam uma diferença entre cristãos e líderes religiosos. Enquanto 44% dos cristãos praticantes afirmam usar IA frequentemente na vida pessoal e 39% no trabalho, a adoção entre pastores é menor. Apenas uma parcela dos líderes diz utilizar a tecnologia com frequência, e muitos afirmam ainda não se sentirem preparados para aconselhar fiéis sobre o uso dessas ferramentas.
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A pesquisa acontece em meio ao crescente debate sobre os limites e a segurança da inteligência artificial. Especialistas e organizações de defesa do consumidor têm levantado preocupações sobre transparência, responsabilidade e possíveis riscos do uso da tecnologia, especialmente em áreas sensíveis como saúde, aconselhamento e decisões pessoais.



