Programa leva ensino bíblico a alunos em escola nos EUA
Estudantes saem das escolas públicas com autorização dos pais para participar de aulas em locais externos.

O ensino bíblico durante o horário escolar é oferecido a estudantes de escolas públicas dos Estados Unidos pelo Bible2School. Segundo o The Christian Post, o programa alcança milhares de alunos e é dirigido por Kori Pennypacker.
Em entrevista ao veículo, Pennypacker afirmou que muitos pais cristãos e até educadores não compreendem o que os estudantes podem fazer na escola pública. Ela abordou a possibilidade de crianças orarem, lerem a Bíblia e falarem sobre Jesus nesses estabelecimentos.
O funcionamento do programa foi descrito pela CBN News em 17 de abril de 2025. Na época, a organização atuava em 35 escolas da Pensilvânia e alcançava cerca de 1.800 crianças.
As aulas costumam ocorrer durante o almoço e o recreio. Os alunos são levados a igrejas ou outros locais fora da escola para as lições bíblicas e depois retornam à sala de aula.
Pennypacker descreveu a Bible2School como uma entidade sem fins lucrativos com 40 anos de atuação. Ela disse que o modelo prevê aulas fora da escola, autorização dos pais e ausência de gastos com dinheiro dos contribuintes.
A diretora também afirmou que mais de 60% das crianças atendidas não têm vínculo com uma igreja. “Estamos ensinando a elas sobre Jesus pela primeira vez, muitas vezes”, disse Pennypacker.
Na ocasião, a organização também treinava comunidades de outros estados para iniciar programas. O trabalho envolve pais, mães e avós no ensino da Bíblia a alunos de escolas públicas, afirmou a diretora.
Ensino Bíblico Fora da Escola
Em 28 de abril de 1952, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que um programa de Nova York para liberação de alunos durante o horário escolar não violava a Primeira Emenda. Nesse caso, as crianças recebiam instrução religiosa em centros externos, mediante pedido escrito dos pais.
A decisão registrou que não havia ensino religioso dentro das escolas públicas nem gasto de recursos públicos no programa analisado. Os estudantes que não participavam permaneciam nas salas de aula.
A Corte também observou que a coerção por autoridades escolares apresentaria um caso diferente. A decisão não autoriza a escola a impor ou promover instrução religiosa.
Com informações de The Christian Post.





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